O jornalismo sergipano amanheceu de luto nesta quinta-feira, 25, com a notícia da morte do jornalista Diógenes Brayner, que faleceu aos 79 anos em decorrência de um câncer de pâncreas. Reconhecido como uma das maiores referências da cobertura política em Sergipe e no Nordeste, ele construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a informação, pela independência profissional e pelo profundo conhecimento dos bastidores da política.
Natural de Petrolândia, em Pernambuco, Diógenes Brayner formou-se em Comunicação Social no Recife e dedicou mais de seis décadas de sua vida ao jornalismo. Ao longo da carreira, consolidou-se como uma das vozes mais respeitadas da imprensa regional, tornando-se referência para diversas gerações de profissionais.
Foi em 1982 que o jornalista chegou a Sergipe, estado onde construiu grande parte de sua trajetória profissional. Atuou em importantes veículos de comunicação, exercendo funções como colunista, editor e fundador do Portal Faxaju, um dos mais tradicionais espaços de cobertura política do estado.
Considerado o decano do jornalismo político sergipano, Diógenes deixa como legado uma atuação pautada pela ética, pelo rigor na apuração dos fatos e pela defesa da democracia por meio da informação de qualidade.
Em nota de pesar, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, e a secretária municipal da Comunicação Social, Gleice Queiroz, manifestaram solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão, destacando a relevante contribuição do jornalista para a história da comunicação em Sergipe.
O velório acontece no Velatório Osaf, localizado na Rua Itaporanga, no Centro de Aracaju. A cerimônia de cremação está marcada para as 15h, no Crematório Vila da Paz, em Itaporanga da Ajuda.